O curso
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Psicólogos e Médicos
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De 03 de março à 28 de agosto de 2027
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Módulos do Curso
A partir da história de Jung e do movimento junguiano propor uma interlocução com a psicologia analítica de Jung e com a historiografia num sentido mais amplo. O diálogo entre estas disciplinas poderá trazer à luz aspectos da teoria e da prática da psicologia analítica que mereçam uma análise crítica para a compreensão deste campo proposto por Jung.
Objetivos:
Estudas os pontos mais relevantes da via de Jung e as referências que marcaram sua trajetória intelectual.
Conteúdo programático:
- Carl Gustav Jung. O homem e sua obra;
- Polêmicas historiográficas em torno de Jung;
- O movimento junguiano
FRANZ, Marie-Louise von. C.G.Jung: seu mito em nossa época. São Paulo: Cultrix ou Círculo do Livro.
JUNG, C. G. Memórias, Sonhos e Reflexões. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 6a ed.
SHAMDASANI, Sonu. Jung e a construção da psicologia moderna. O sonho de uma ciência. Aparecida: Idéias & Letras, 2005.
Carga horária: 4 horas
Professora: Patrícia Flores de Medeiros
Doutora em Psicologia, Analista Junguiana
Estudo abrangente dos elementos que nortearam a construção da psicologia de Jung com seus aspectos históricos, conceituais e sua visão de mundo.
Objetivos:
Estimular o debate sobre C. G. Jung e suas contribuições à psicologia; refletir sobre os fundamentos da psicologia analítica à luz da historiografia atual.
Conteúdo programático:
- Reconstruir o contexto histórico em que a teoria de Jung surgiu.
- Proporcionar uma visão abrangente da vida e obra de Jung.
ELLENBERGER, Henri. Histoire de Ia dècouvert de 1ínconscient. Paris: Fayard, 1994.
FRANZ, Marie-Louise von. C.G.Jung: seu mito em nossa época. São Paulo: Cultrix ou Círculo do Livro.
GAY, Peter. Freud, uma vida para o nosso tempo. São Paulo: Cia das Letras, 1989.
JUNG, C. G. Memórias, Sonhos e Reflexões. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 6a ed.
Carga horária: 4 horas
Professora: Ana Luísa Teixeira de Menezes
Doutora em Educação, Analista Junguiana
Estudo dos principais filósofos que influenciaram o pensamento de C. G. Jung na elaboração de suas ideias, destacando-se os filósofos ocidentais e de influência oriental no pensamento junguiano.
Objetivos:
Objetiva-se a compreensão de alguns conceitos centrais da obra de Jung, procurando-se reconhecer os aspectos epistemológicos e a influência de alguns filósofos sobre o pensamento junguiano.
Conteúdo programático:
Também oferecemos uma reflexão epistemológica e paradigmática que possa dar conta da complexidade dos elementos envolvidos na prática junguiana
Técnicas empregadas: Os recursos serão empregados conforme estratégia do professor e o interesse dos alunos: seminários teóricos, aulas expositivas, painéis, trabalhos em grupo, debates e análise de textos, periódicos, revistas e filmes.
AVENS, Roberts. Imaginação é Realidade. Petrópolis: Vozes, 1993. BROOKE, Roger. Jung and phenomenclogy. London: Routledge, 1991. CASSIRER, Ernst. Ensaio sobre o Homem. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. Trad. por Valério Rohden (Col. Os Pensadores) São Paulo: Abril Cultural.
NAGY, Marilyn. Philosophical issues in the Psychology of C. G Jung. Albany: State University of New York Press.
Carga Horária: 4 horas
Professor: Rogério Severo
Doutor em Filosofia
AVENS, Roberts. Imaginação é Realidade. Petrópolis: Vozes, 1993. BROOKE, Roger. Jung and phenomenclogy. London: Routledge, 1991. CASSIRER, Ernst. Ensaio sobre o Homem. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
KANT, Immanuel. Crítica da Razão Pura. Trad. por Valério Rohden (Col. Os Pensadores) São Paulo: Abril Cultural.
NAGY, Marilyn. Philosophical issues in the Psychology of C. G Jung. Albany: State University of New York Press.
Barreto, M. A dimensão ética da psicologia analítica: individuação como realização moral.
Carvalho, A. Psique e ética em C. G. Jung: o lugar do irracional na constituição do etos.
Carga Horária: 4 horas
Professor: Rogério Severo
Doutor em Filosofia
Estudo dos processos psíquicos fundamentados pela obra de Carl Gustav Jung. Formulação de conceitos chaves que possibilitam o entendimento de como se estrutura e funciona a psique estabeleceno um fio condutor para os conceitos que estruturam a psicologia de Jung buscando compreender a sua visão de personalidade.
Objetivos:
Apresentar os aspectos gerais da psicologia de Jung, abordando tanto a estrutura da personalidade bem como os processos da dinâmica psíquica. Contemplar uma visão ampla e geral da Psicologia Analítica para que o aluno possa compreender a estrutura e a dinâmica da psique.
Conteúdo programático:
- Inconsciente coletivo e psique objetiva
- Inconsciente pessoal
- Consciência individual e coletiva
- Os arquétipos e os complexos
Bibliografia
JUNG, C. G. Obras completas. Petrópolis: vozes.
SAMUELS, Andrew. Jung e os Pós-junguianos. Rio de Janeiro: Imago, 1989.
STEIN, Murray. Jung o mapa da alma. São Paulo: Cultrix, 2000.
Carga horária: 8 horas
Kátia Adriane Rodrigues Ferreira
Mestre em Ciências Médicas
É exatamente no capítulo IV da obra Energia Psíquica, intitulado de “O conceito primitivo de libido”, que Jung vai mostrar os equivalentes etnográficos, em certo sentido, “antecedentes”, do conceito de energia psíquica. Para isso, lança mão do conceito de mana. A bem da verdade, mana seria um conceito psicológico de energia, mas, para o primitivo, é um fenômeno psíquico, percebido como algo inseparável do objeto. Mana não seria um conceito, mas uma representação que se funda na percepção de uma relação fenomenal. O mana é uma energia que não se acha fixado em lugar algum, e pode ser conduzido para qualquer parte. Propus que o conceito de energia, por nós utilizado em Psicologia Analítica, fosse designado pelo termo "libido". .A libido, portanto, é apenas uma expressão abreviada para significar o "ponto de vista energético".
Objetivos:
Entender o conceito de libido proposto por Jun e sua relação com a dinâmica psíquica.
Conteúdo Programático:
- O conceito psicológico de libido
- O caráter essencial finalista
- impulso e arquétipo e complexo
- Regressão e progressão da libido
- Introversão e extroversão
- Formação do símbolo
Bibliografia
JUNG, C. G.A Dinâmica o Inconsciente. Vol. 8. Petrópolis: Vozes, 1984
______. Estudos sobre Psicologia Analítica. Vol. 7. Petrópolis: Vozes, 1985
______. Símbolos da Transformação. Vol. 5. Petrópolis: Vozes, 1987
Carga Horária: 4 horas
Professora: Kátia Adriane Rodrigues Ferreira
Mestre em Ciências Médicas, Analista Junguiana
Além da relação com vários arquétipos, temos na base do desenvolvimento a influência dos complexos de pai e mãe com suas características diferenciadas entre si, de incentivo, direcionamento e delimitação, por um lado e de nutrição, acolhimento e apoio, por outro.
Objetivos:
O objetivo da disciplina é favorecer a compreensão as etapas que o ego e a psique como um todo percorrem no processo analítico. Assim, tem-se uma configuração dos elementos da clínica junguiana nos seus aspectos específicos.
Conteúdo Programático:
- O desenvolvimento da personalidade
- Sobre a formação da personalidade
- O mito do herói e os desafios do ego
- Rituais de iniciação
- O conceito de Deintegração segundo Michael Fordhan. - Estabelecimento do eixo Ego-Self.
- O ego e os aspectos clínicos de desenvolvimento e estruturação da consciência. Papel e função do complexo do eu.
- Os complexos parentais e suas patologias: úranos, Cronos e Zeus e o pai devorador. Os aspectos patológicos e estruturadores da Grande Mãe.
Bibliografia
JUNG, C. G. O Eu e O Inconsciente. Petrópolis: Vozes, 1985.
__________. A prática da psicoterapia Petrópolos: Vozes, 1989
WHITMONT, E. A Busca do Símbolo. São Paulo: Cultrix, 1992.
Bibliografia complementar:
EDINGER, E. A CRIAÇÃO DA CONSCIENCIA. Ed. Cultrix
HILLMAN, J. A FORÇA DO CARÁTER. Ed. Objetiva
VON FRANZ, M.L. Psicoterapia. Ed. Paulus
VON DER HEYDT, Vera. Pais e Mães. São Paulo: Símbolo, 1979.
FORDHAM, Frieda. Introdução à Psicologia de Jung. São Paulo: Verbo USP, 1978.
Carga Horária: 8 horas
Professora: Corina Post
Especialista em A Moderna Educação, Analista Junguiana
O conceito de tipos psicológicos é fruto de um trabalho de quase 20 anos no campo da psicologia prática realizado pelo psicólogo Carl Gustav Jung. Ele reuniu incontáveis impressões e experiências de pacientes e de seu contato com homens e mulheres de todos os níveis sociais, amigos e adversários, a respeito de afetos, formas de reação, além de estudar também, a sua própria realidade psicológica. Com isso, Jung descobriu o quanto é diferente o funcionamento da psique de cada pessoa. Cada indivíduo tem uma maneira própria de perceber e de se relacionar com a realidade. Através de pesquisas, este autor identificou e descreveu certos processos psicológicos básicos e o modo como esses processos se combinam no indivíduo formando um tipo próprio e peculiar.
Objetivos: O objetivo da disciplina é favorecer a compreensão da tipologia Junguiana, assim teremos acesso às características e formas da psique se estruturar até chegarmos ao comportamento específico de cada um. Estas ideias tornam-se um importante instrumento quando se deseja pensar as relações humanas.
Conteúdo Programático:
- A questão da tipologia
- O movimento da libido
- As funções da consciência
- Os oito tipos psicológicos
Bibliografia
FRANZ, Maie-Luise Von. A Tipologia de Jung. São Paulo: Cultrix, 1990.
HALL, James A. A experiência Junguiana. São Paulo: Cultrix,
JUNG, Carl G. Tipos Psicológicos. Petrópolis: Vozes
Bibliografia complementar:
LESSA, E. A teoria dos tipos psicológicos. http://www.jung-rj.com.br/artigos/tipos_psicologicos.htm
NEUMANN, Erich. Psicologia Profunda e Nova Ética. São Paulo: Edições Paluinas, 1991.
SILVEIRA, N. Tipos psicológicos. http://www.riototal.com.br/coojornal/guardiao-jung006.htm
PLONKA, Márcia, A tipologia de jung nas empresas. http://www.symbolon.com.br/artigos/atipologia.htm
BONFATTI, P. Perspectivas epistemológicas acerca da psicologia junguiana. http://www.rubedo.psc.br/08outrub/persepis.html
Carga horária: 8 horas
Professora: Ana Luisa Teixeira de Menezes
Doutora em Educação, Analista Junguiana
O processo de individuação envolve vários elementos que incluem a relação da psique com o mundo e sua dimensão individual. Cada etapa implica em desafios onde se estabelece tarefa da primeira e segunda metade da vida do indivíduo como, respectivamente, iniciação à realidade exterior e interior. Também implica na busca do mito do significado que tem na morte o seu horizonte mais determinante.
Objetivos:
Compreender o conceito de individuação e todo processo implicado.
Conteúdo programático:
Formação do ego a partir do Self.
O eixo ego-Self.
Lendas - Contos de Fadas e exemplos clínicos ilustrativos do processo de individuação.
O ego e os aspectos clínicos de desenvolvimento e estruturação da consciência. Papel e função do complexo do eu.
O princípio de individuação
Experiência interior.
O significado como Mito da consciência.
A individuação da humanidade.
Crise de meia-idade e Metanóia.
Envelhecer.
Psicologia e Morte.
O Aspecto religioso da psique e a dimensão religiosa na análise.
Bibliografia
JAFFÉ, A. FRANZ, M-L. FREY-ROHN, L. A morte à luz da psicologia. SãoPaulo: cultrix, 1989.
JUNG, C. G. A dinâmica do inconsciente. Petrópolis: vozes, 1981.
______. O homem e seus símbolos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.
______. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo. Petrópolis: Vozes,
2003.
Carga horária: 4 horas
Professora: Adriana Lopes
Mestre em saúde Coletiva, Analista Junguiana
O ser humano é regido por um princípio organizador, arquétipo da totalidade, que se manifesta como Imago Dei e que funciona como elemento autorregulador da psique. Para Jung o encontro do ego como Si-Mesmo é o momento maior da vida e caráter definidor em relação ao mito do significado que cada um carrega em vida.
Objetivos:
Compreender a ideia do Si-Mesmo (Self) e seu papel no processo de individuação.
Entender os dois centros os psíquicos e a sua relação (ego e Self).
Conteúdo programático:
- Noções sobre o Si-Mesmo
- O mito do significado
- Consciência e vida
- O código do ser: daimon e destino
Sobre o si-mesmo, Compilação de textos de Jung.
EDINGER, Edward. Ciência da Alma. São Paulo: Paulus, 2004.
JUNG, C. G. Os arquétipos e o inconsciente coletivo. Petrópolis: vozes, 1991.
HILLMAN, James. O código do ser. Rio de Janeiro: Objetiva, 1997.
Carga horária: 4 horas
Professora: Ana Luísa Teixeira de Menezes
Doutora em Educação, Analista Junguiana
As diversas correlações entre psicologia e religiosidade demonstram que a psique é naturalmente religiosa e que se move através de uma perspectiva finalista através de uma busca de significado. Sendo o Si-Mesmo o arquétipo da totalidade e o agente autorregulador da psique a sua experiência tem um caráter numinoso e transformador para a personalidade. O termo "numinoso" refere-se a uma experiência ou sentimento de algo sagrado, misterioso ou transcendente. É um conceito desenvolvido pelo teólogo alemão Rudolf Otto em seu livro "O Sagrado" (1917).
Objetivos:
Analisar a atividade religiosa e refletir a dimensão sagrada e sacrificial para o campo da psicologia.
Aprofundar o conceito de numinoso que descreve experiências de conexão com algo sagrado, misterioso ou transcendente. É caracterizado por sentimentos de temor, fascínio e transcendência, e pode ser encontrado em diversas áreas da vida, incluindo religião, natureza e arte.
Conteúdo programático:
- A psique é naturalmente religiosa
- Conceitos de religião/espiritualidade
- O papel da religiosidade para Jung
- Características do numinoso: Mysterium tremendum, Fascínio e Transcendência
- As experiências numinosas: Experiências religiosas, Experiências naturais e Experiências artísticas.
Aranha, M. Alguns aspectos da religião na psicologia analítica.
Gewehr, R. Além do cristianismo: Sobre a função religiosa no pensamento de C. G. Jung
JUNG, C.G. Psicologia e Religião. Petrópolis: Ed. Vozes, 1990.
________. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo. Petrópolis: Vozes, 2003.
Portela, B. O conceito religião no pensamento de Carl Gustav Jung
Roitman, A. Revendo experiências anômalas e o significado.
Stein, M. A Analise junguiana e a espiritualidade.
Carga horária: 4 horas
Professora: Adriana Lopes
Mestre em Saúde Coletiva, Analista Junguiana
A compreensão do conteúdo simbólico do mito cristão através da linguagem junguiana vem demonstrar o que podemos esperar das experiências existenciais ao longo de nossas vidas e como podemos elaborar tais experiências. Cada um dos episódios da vida de Cristo representa padrões arquetípicos simbólicos enquanto possibilidade de superação da experiência humana do sofrimento e a transição para um outro estado de consciência de unidade e totalidade. Objetivos:
Propor uma reflexão acerca das múltiplas possibilidades de transformação pessoal que o Mito Cristão nos oferece, já que o mito e a religião fornecem muitas imagens que simbolizam esta possibilidade de encontro entre o ego e o Si-mesmo; o encontro pessoal com o Deus imanente.
Entender a importância da figura de Cristo na ora de Jung.
Conteúdo programático:
- A imago Dei em nós
- A experiência simbólica do Cristo
- A individuação em Jesus
- Resposta a Jó
Bibliografia:
EDINGER, Edward F. Ciência da Alma. São Paulo: Ed. Paulus, 2004.
_________. Ego e Arquétipo. São Paulo: Ed. Cultrix, 1995.
JUNG, C.G. Psicologia e Religião. Petrópolis: Ed. Vozes, 1990.
________. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo. Petrópolis: Ed. Vozes, 2003.
Ulson, G. Amor, dor e criatividade.
Carga Horária: 4 horas
Professor : Gelson Luis Roberto
Mestre em Psicologia, Analista Junguiano
Para Jung a psique é imagem, assim toda a relação psíquica e toda vivência psíquica é experimentada como e através da imagem. O conceito de imagem é mais fundamental e abrangente do que o conceito de símbolo e oferece uma fenomenologia da alma. A partir da ideia que psique é imagem e imagem é psique; todo o dado psíquico antes da mais nada é uma imagem. Assim, o trabalho analítico oferece uma convivência com a imagem e consequentemente, seu aprofundamento.
Objetivos: - Compreender o conceito de imagem e símbolo
- Estabelecer relações teóricas entre a psicologia junguiana e o conceito de imagem
Conteúdo programático:
- Conceito de imagem
- Fantasia, instinto, metáfora e criatividade
- Símbolo, cultivo da alma e personificação
- Imagem e alma: a base poética da mente
Bibliografia:
AVENS, Roberts. Imaginação é Realidade. Petrópolis: Vozes, 1993.
HILLMAN, J. Psicologia arquetípica. São Paulo: Cultrix, 1992.
JUNG, C. G. Obras completas. Petrópolis: vozes.
Carga horária: 4 horas
Professor: Gelson Luis Roberto
Mestre em Psicologia, Analista Junguiano
O estudo da psicologia arquetípica é um aprofundamento da ideia de arquétipo e sua dimensão expressiva que é a imagem. A disciplina propõe entender a origem da psicologia arquetípica e os conceitos de imagem e Alma como base poética da mente. A partir do conceito de alma e arquétipo, Hillman propõe uma psicologia arquetípica baseada no cultivo da alma.
Objetivos: Estudar os conceitos principais da psicologia arquetípica e suas implicações clínicas.
Conteúdo Programático:
- A teoria arquetípica de C. G. Jung
- Origens da psicologia arquetípica
- Imagem e Alma.
- Cultivo da alma.
Bibliografía básica:
AVENS, R. Imaginação é Realidade. Petrópolis: Vozes, 1993.
HILLMAN, J. Estudos de psicologia arquetípica. Rio de Janeiro: Achiamé, 1981.
___________. O código do ser. Rio de Janeiro: Objetiva, 1997.
Bibliografia complementar:
BOECHAT, W. (org.). Mitos e Arquétipos do Homem Contemporâneo. Petrópolis: vozes, 1996.
HILLMAN, J. (ed.) Encarando os Deuses. São Paulo: Cultrix.
HILLMAN, J. O Mito da Análise. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1984.
HILLMAN, J. Psicologia Arquetípica. São Paulo: Cultrix, 1992.
JUNG, C. G. The Archetypes the Collective Unconscious, Obras Completas, vol. 9.
Carga horária: 8 horas
Professor: Gelson Luis Roberto
Mestre em Psicologia, Analista Junguiano
Nos sonhos encontramos elementos simbólicos que são mensagens do inconsciente, oferecendo uma visão prospectiva em relação ao processo de individuação. O estudo dos sonhos é fundamental para a prática analítica, sendo um valioso instrumento na clínica junguiana. Os sonhos representam uma das atividades do inconsciente que expressam a sua autonomia e lógica finalista. O estudo dos sonhos possibilita entender uma relação compensatória entre a consciência e o inconsciente na promoção da totalidade psíquica.
Objetivos:
O trabalho da disciplina objetiva oferecer recursos e uma metodologia para análise do indivíduo através do sonhos. Mostrando todo o desenvolvimento e intencionalidade do inconsciente através das imagens oníricas. Aprender a valorizar e compreender as imagens e a forma típica do inconsciente estruturar essas imagens.
Possibilitar uma análise da construção teórica sobre os sonhos em Jung, acompanhando o movimento mais atual e arquetípico de considerar os sonhos a partir de James Hillman. Tem-se com a mesma um panorama aprofundado da base arquetípica dos sonhos e uma metodologia adequada frente aos mesmos.
Conteúdo Programático:
- Conceito e elementos gerais sobre os sonhos.
- Os sonhos iniciais.
- Os sonhos e seu aspecto prospectivo.
- Sonho como um drama particular: localização, exposição, desenvolvimento e solução.
- Sonho como projeto ou nova possibilidade de adaptação interior.
- Pequenos e grandes sonhos.
- Sonhos criativos.
- Trabalho com os sonhos na clínica junguiana.
HILLMAN, James. The Dream and the Underworld. Nova York: Harper & Row, 1979.
JUNG, Carl Gustav. A Dinâmica do Inconsciente. Petrópolis: Vozes, 1984.
_______________. A Prática da Psicoterapia. Petrópolis: Vozes, 1988.
Bibliografia complementar:
FRANZ, Marie-Louise Von. Os Sonhos e a Morte. São Paulo: Cultrix, 1990.
HILLMAN, James. Entre Vistas. São Paulo: Summus, 1989.
______________. O Mito da Análise. Ria de Janeiro: Paz e Terra, 1984.
SALLES. C. A. Sonhos Arquetípicos. Rio de Janeiro: Imago.
WHITMONT. Sonhos um portal para a fonte. Ed. Summus
Carga Horária: 16 horas
Professora: Eliane Berenice Frota Luconi
Psicóloga Clínica, Analista Junguiana
A disciplina é uma demonstração de como a psicologia entende o papel e significado do mitos, oferecendo um rico painel dos arquétipos do inconsciente coletivo como símbolos do comportamento padrão humano.
Objetivos:
Capacitar o aluno para compreender as implicações simbólicas dos mitos e objetivar um pensamento imagético, possibilitando a capacidade de elaborar metáforas de cunho psicológico válidas.
Conteúdo programático:
- Conceito de mito
- A formação do mito e o homem grego
- Papel dos mitos
- Psicologia e mitologia
- Interpretação dos mitos
BRANDÃO, Junito de Souza. Mitologia Grega, vol. I, II e III. Petrópolis: Vozes, 1987.
______ . Dicionário Mítico-etimológico da Mitologia Grega, vol. I e II. Petrópolis: Vozes, 1991/1992.
CAMPBELL, Joseph. O Poder do Mito. São Paulo: Palas Athena, 1990.
KERÉNYI, Karl. Os deuses Gregos. São Paulo: Cultrix, 1993.
Carga horária: 8 horas
Professora : Telma Ripoll Becker
Médica, Analista Junguiana
O estudo de mitos, contos e lendas brasileiras é fundamental, por diversas razões, tanto do ponto de vista cultural quanto educacional e social.
Existe uma dimensão coletiva e individual da alma brasileira, em diálogo constante pela via da memória ancestral de todo o povo. Conhecer a diversidade étnica e geográfica do Brasil, se configura a complexidade da cultura a partir das diversas almas brasileiras. O propósito central das reflexões nessa disciplina é promover um processo de recuperação das memórias de nossas origens multiculturais em um processo de resgate das raízes brasileiras, de sua alma e de seus contrastes.Com conexão e sensibilidade, com histórias nossos mitos, contos e lendas nos auxilia a refletir e resgatar a integridade da alma brasileira na contemporaneidade. Objetivos:
Compreender a importância dos mitos, contos e lendas brasileiras como expressões culturais e sua influência na construção da identidade nacional.
Analisar as origens e transformações das histórias ao longo do tempo. Reconhecer as influências indígenas, africanas e europeias nas narrativas.
Discutir o papel dessas histórias na transmissão de valores e saberes populares.
Relacionar os mitos e lendas com manifestações artísticas e literárias brasileiras.
Conteúdo Programático:
- Conceitos fundamentais: mito, lenda, conto popular e folclore.
- A importância das narrativas orais e sua preservação.
- discutir “mitos afro-brasileiros” (como os orixás, a Mãe d'Água, o Zumbi dos Palmares como figura mítica).
- Comparar com narrativas indígenas e europeias, destacando a *resistência cultural.
Debater como as lendas não são apenas histórias, mas *ferramentas de sobrevivência e educação ancestral* (conceito da "Pedagogia das Encruzilhadas").
- Relacionar com “literatura, música e religiões de matriz africana” (como o Candomblé e a Umbanda).
Discutir como mitos são “ressignificados” hoje (ex.: o Saci como símbolo de resistência negra).
- Trabalhos em grupo sobre “narrativas afro-brasileiras” na cultura pop (filmes, quadrinhos, música).
- Lendas indígenas: O Curupira, O Boitatá, A Iara, O Saci-Pererê.
- Lendas de origem africana: O Negrinho do Pastoreio, Mãe-de-Ouro.
ARAGÃO, Maria do Socorro Silva de. Lendas e mitos do Brasil. Fortaleza: UFC, 2006.
BRANDÃO, Théo. Folclore no Brasil. Rio de Janeiro: Fundação Nacional de Artes, 1982.
CASCUDO, Luís da Câmara. Dicionário do folclore brasileiro. Rio de Janeiro: Ediouro, 1954.
CASCUDO, Luís da Câmara. Geografia dos mitos brasileiros. São Paulo: Global, 1947.
CASCUDO, Luís da Câmara. Contos tradicionais do Brasil. Rio de Janeiro: Ediouro, 1946.
CASCUDO, Luís da Câmara; CÂNDIDO, Antonio. Antologia do folclore brasileiro. São Paulo: Martins Fontes, 1971.
LÓBO, Yolanda (Org.). Contos e lendas do folclore brasileiro. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2006.
LISBOA, Henriqueta. Lendas brasileiras. Belo Horizonte: Itatiaia, 1957.
RUFINO, Luiz. Pedagogia das encruzilhadas. Rio de Janeiro: Mórula, 2019.
RUFINO, Luiz. Fogo no mato: a ciência encantada das macumbas. Rio de Janeiro: Mórula, 2018.
RUFINO, Luiz. Arquivos do axé: notas sobre cultura, política e educação. Rio de Janeiro: Mórula, 2021
Bibliografia complementar:
AMADO, Jorge. Jubiabá. Rio de Janeiro: Record, 1935.
ARISTÓTELES. Poética. Tradução de Eudoro de Souza. São Paulo: Abril Cultural, 1973. (Coleção Os Pensadores).
BENJAMIN, Walter. O narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. In: ______. Magia e técnica, arte e política. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1985. p. 197-221.
CANDIDO, Antonio. Literatura e sociedade. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1965.
RIBEIRO, Darcy. O povo brasileiro: a formação e o sentido do Brasil.* 2. ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
Carga Horária: 8 horas
Professora: Corina Post
Psicóloga, Analista Junguiana
O simbolismo alquímico está mais próximo do produto inconsciente de muitos modernos do que qualquer outro material por ela ser uma ciência natural que representa uma tentativa de entendimento de fenômenos materiais na natureza. Seguindo tradições que remontam aos conhecimentos do Egito e das tradições dos ferreiros, a alquimia desperta o interesse da psicologia por conter um repertório de símbolos arquetípicos com um mínimo de personificação. Através de suas experiências trabalhadas de forma espontânea e com suas impressões não corrigidas, existe uma escassa interferência da consciência e uma considerável soma de material simbólico. Isto possibilita entender muito do processo de individuação e das metáforas do processo analítico. Além disso, temos um período que psique e matéria ainda não estão separadas, possibilitando o estudo de aspectos esquecidos pela ortodoxia da consciência coletiva. Ao usar uma linguagem metafórica e física ao mesmo tempo, a psicologia alquímica possibilita a compreensão de uma linguagem animada da matéria, que coloca a alma na natureza e a natureza na alma.
Objetivos:
Estudar os processos simbólicos, compreendendo as relações dinâmicas arquetípicas que a alquimia oferece para o campo psicológico Temos no estudo da alquimia o objetivo de abordar os seus diversos aspectos buscando apreender seu significado psicológico. Mas, além disso, procuraremos não só falar de uma psicologia da alquimia, mas buscar um psicologizar alquímico.
Conteúdo Programático:
- Jung e a alquimia.
- Uma visão geral sobre o assunto.
- As possíveis metáforas alquímicas.
- Operações e fases
Bibliografia básica:
JUNG, Carl G. Psicologia e Alquimia. Petrópolis: Vozes, 1991.
___________. Mysterium Coniunctionis. 3 vols. Petrópolis: Vozes.
HILLMAN, James. Psicologia Alquimica. Ed. Vozes, 2011
Bibliografia complementar:
EDINGER, E. Anatomia da Psique.São Paulo: Cultrix.
FRANZ, Marie-Louise Von. Alquimia. São Paulo: Cultrix, 1991.
HILLMAN, James .Textos selecionados a partir de apostila confeccionada para o curso.
Carga Horária: 16 horas
Professor : Walter Boechat
Doutor em Saúde Coletiva, Analista Junguiana
Estudo mitológico da criação da consciência e os problemas psicopatológicos do ego, dos complexos e no nível arquetípico. Alguns aspectos da psicopatologia junguiana e as fases do processo terapêutico.
Objetivos: Dar ao aluno uma noção de como os processos da consciência influenciam e determinam o surgimento das psicopatologias. Apresentar uma fenomenologia dos processos psicopatológicos e suas respectivas dinâmicas, exemplificando com casos clínicos. Possibilitar ao aluno uma ideia do processo terapêutico dentro do referencial junguiano.
Conteúdo Programático:
- Enuma Elish: o mito da criação do homem na Babilônia.
- Analogia do mito com a criação da consciência e com dificuldades na estruturação egóica.
- Problemas de fragilidade egóica.
- Noções de psicopatologia junguiana: Psicoses, Depressão, Neurose Obsessivo-Compulsiva, Histeria, Personalidade Borderline, Psicopatia.
- Fases do Processo Terapêutico.
- Exemplos Clínicos com apresentação de slides de Caixa de Areia.
Bibliografia básica:
BERRY, P. (editor). Pais e Mães. Coleção Psicologia Arquetípica. São Paulo: Símbolo, 1979.
CAVALCANTI, R. O Mito de Narciso. São Paulo: Cultrix, 1992. GUGGENBUHL-CRAIG, A. Eros on Crutches. Spring.
SCHAPIRA, L. O Complexo de Cassandra. São Paulo: Cultrix, 1991. WEINRIB, S. Imagens do Self. São Paulo: Summus, 1993.
Bibliograria complementar:
JACOBY, M. The Ego Concepto and problems of Ego Weakness. Conferências proferidas pelo autor no Instituto C. G. Jung de Zurique em 1971.
BOECHAT, W. Outono inverno, uma viagem nas sombras. http://www.jung-rj.com.br/artigos/outono_inverno_uma_viagem_nas_sombras.htm
____________. Don Juan de Marco. http://www.jung-rj.com.br/artigos/donjuan.htm
ABRAMS. Ao encontro da sombra. Ed. Cultrix
BRISCAIA, M. Transtorno Obsessivo Compulsivo: Reducionismo Dual do Sofrimento Existencial A Vivência Rígida do Arquétipo Patriarcal. http://www.rubedo.psc.br/Artigos/trobsec.htm
Carga horaria: 12 HORAS
Professor : Gelson Luis Roberto
Mestre em Psicologia
Jung trouxe várias contribuições para a compreensão da psique infantil. A participação mística da criança, o arquétipo da criança divina e a formação no ego na criança são algumas delas. O instinto lúdico, a constelação familiar, são alguns dos substratos oferecidos por Jung para entender a alma infantil.
Objetivos: Estabelecer um panorama dos conceitos junguianos que tem relação com a psique infantil, estabelecendo uma compreensão crítica e clínica a partir dos mesmos.
Conteúdo programático:
- Contribuições de Jung para a psicologia da criança
- Os arquétipos formadores da psique infantil
- Aspectos do desenvolvimento
- Clínica infantil
Bibliografia básica:
BERRY, P. (editor). Pais e Mães. Coleção Psicologia Arquetípica. São Paulo: Símbolo, 1979
FORDHAN, M. A criança como indivíduo. São Paulo: Cultrix, 2001.
JUNG, C. G. Obras Completas. Petrópolis: Vozes.
Bibliografia complementar:
NEUMANN, E. A Criança. São Paulo: Cultrix.
___________. A Grande Mãe. São Paulo: Cultrix.
GRACI, F. A eterna criança – autoestima e individuação. http://ipacamp.org.br/site/artigos/73-a-eterna-crianca-auto-estima-e-individuacao
WAIBLINGER. A grande mãe e a criança divina. Ed. Cultrix
GOMES, A. Contribuições da psicologia analítica à psicologia e psicoterapia infantil. http://ipacamp.org.br/site/artigos/70-contribuicoes-da-psicologia-analitica-a-psicologia-e-psicoterapia-infantil
Carga horária: 12 horas
Professora : Marita Padilha Bombel
Psicóloga, Analista Junguiana
O conceito de projeção com toda a sua dinâmica de funcionamento e o processo de retirada e assimilação através da interpretação durante a análise.
A relação do paciente com o analista e as repercussões transferenciais quanto a personalidade do analista e expectativas do paciente.
A contratransferência durante o processo analítico e os elementos que dentro do processo mobilizam a transferência e a contratransferência.
Objetivos: Dar condições para que o aluno possa compreender o conceito e a dinâmica transferencial, identificando da sua ocorrência durante o processo analítico e das implicações para o mesmo. Também objetiva uma análise crítica do papel e atitude do analista e de suas contratransferências.
Conteúdo Programático:
- O conceito de projeção e a assimilação através da interpretação durante a análise, tomando consciência do material projetado como sendo do sujeito.
- A personalidade do analista durante a análise e sua influência sobre o analisando.
- A escolha do analista e as expectativas em torno dele. O que se busca na análise.
- O conceito de transferência segundo Freud. O material do inconsciente pessoal na análise. Traumas infantis.
- O conceito de "participatio mystique" de Levy-Bruhel e sua utilização por Jung em sua psicologia. A fusão sujeito-objeto que se opera neste estado psicológico.
- A personalidade Mana na análise.
- A relação de poder dentro da análise.
- O dinheiro na análise. O pagamento do analista, como isso se reflete na transferência.
- A contra-transferência durante o processo analítico. Da necessidade do analista ser analisado e se conhecer.
- Como o analista lida com sua sombra durante a análise.
- Tipos de contratransferências.
Bibliografia básica:
JUNG, C. G. A Prática da Psicoterapia. Petrópolis: Vozes.
_________. Mysterium Coniunctionis. Vol XIV: I, II, III. Petrópolis: Vozes.
________. Psicologia e Alquimia. Petrópolis: Vozes.
Bibliografia complementar:
SAMUELS, Anrew. Psychopatology. Contemporary Jungian Perspective. London: The Guilford Press, 1989.
JACOBY, Mário. O Encontro Analítico. São Paulo: Cultrix, 1987.
STEIN, M. Transferência-Contratransferência. SãoPaulo: cultrix, 2000.
Von Franz, M. Reflexos da Alma. São Paulo: Cultrix, 1992.
_________. Psicoterapia. São Paulo: Paulus, 1999.
Carga horária: 12h
Professora: Elaine Berenice Frota Luconi
Psicologa, Analista Junguiana
A disciplina pretende possibilitar o entendimento da relação entre mitologia e psicopatologia, estabelecendo uma visão dos processos simbólicos e sua correspondência na dinâmica psicopatológica. Apresentar o mito como expressão dos arquétipos do inconsciente coletivo e as abordagens da psicopatologia arquetípica.
Objetivos: Além de apresentar os diversos processos da psicopatologia em sua forma dinâmica e simbólica, mostrando como os mitos podem servir para ampliar o entendimento dos mesmos, a disciplina procura desenvolver nos alunos condições para que eles realizem conexões criativas entre a teoria e a prática psicopatológica, possibilitando que o aluno não se torne um mero armazenador de informações, mas sim, um agente produtor do conhecimento e entendimento dos diversos processos que encerram a psicopatologia.
Conteúdo Programático:
- O conceito de "infirmitas" do arquétipo.
- Atena e Anake: Psicologia do Comportamento Anormal.
- Noção de patologia para Hillman
- A dimensão dos deuses e mitos
BOECHAT, W. (org.). Mitos e Arquétipos do Homem Contemporâneo. Petrópolis: vozes, 1996.
HILLMAN, J. (ed.) Encarando os Deuses. São Paulo: Cultrix.
SALANT, N. S. A Personalidade Limítrofe. São Paulo: Cultrix.
___________. Os Transtornos Narcissísticos de Personalidade. São Paulo: Cultrix.
Bibliografia complementar:
BRANDÃO, J. Mitologia Grega. Vols 1,2 e 3. Petrópolis: Vozes.
JUNG, C. G. The Archetypes the Collective Unconscious, Obras Completas, vol. 9/1.
KERÉNYI, K. Os Deuses Gregos. São Paulo: Cultrix.
__________. Os Heróis Gregos. São Paulo: Cultrix.
VON FRANZ, M-L. Puer Aeternus. São Paulo: Paulus.
Carga horária: 12 horas
Professora: Corina Post
Psicóloga, Analista Junguiana
Jung trouxe uma importante contribuição para a questão mente-corpo. Resgatando paradigmas das culturas ancestrais e trazendo novas perspectivas através da física e da psicologia, elaborou o conceito de arquétipo como um conceito psicossomático, unindo corpo, psique e imagem.
Objetivos:
Estabelecer a base epistemológica para o entendimento dos processos psicossomáticos percorrendo o caminho das pesquisas e teorias sobre a temática, relacionando com as contribuições de Jung e seus seguidores. Demonstrar a importância da questão mente-corpo para a psicologia e as questões que se levantam sobre o tema. Problematizar a questão se existe uma doença só somática ou só psíquica, refletindo os caminhos da psicologia clínica frente aos problemas mais modernos e os desafios que se apresentam a partir dos transtornos de sintomas somáticos. Apresentar as contribuições das diversas teorias e a posição da psicologia analítica.
Conteúdo Programático:
- A dissociação mente-corpo através do tempo.
- As três fases da psicossomática: psicanalítica, behaviorista e multidisciplinar.
- A escola de Chicago de Franz Alexander.
- Os perfis psicossomáticos de Dunbar e Friedman.
- Os grandes precursores: Balint, Ferenczi, Groedeck, Winnicott.
- As teorias do Stress.
- A psicossomática no Hospital geral.
- A Interconsulta.
- A Equipe Interdisciplinar.
- A escola de Paris: conceitos de MacDougall, Déjours, André Green, Marty.
- As contribuições de Jung e seguidores.
Bibliografia básica:
ANZIEU, Didier. O Eu-Pele. São Paulo: Casa do Psicólogo.
CONGER, John. O Corpo como Sombra: Jung e Reich. São Paulo: Summus Editorial.
DEJOURS, Christophe. Repressão e Subversão em Psicossomática. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor.
Bibliografia complementar.
MARTY, Pierre. A Psicossomática do Adulto. Porto Alegre: Artes Médicas.
McDOUGALL, Joyce. Teatros do Corpo. São Paulo: Martins Fontes.
MELLO F°, Júlio de. Psicossomática Hoje. Porto Alegre: Artes Médicas.
MINDELL, Arnold. O Corpo Onírico. São Paulo: Summus Editorial.
BOECHAT, Walter. Arquétipo, Sincronicidade e Psicossomática. Trabalho apresentado no IV Simpósio de Psicologia Analítica da AJB, Belo Horizonte, 1997.
Carga horária: 12 horas
Professora: Corina Post
Psicóloga, Analista Junguiana
. Dentro do campo coletivo do inconsciente, cada cultura tem seus determinantes arquetípicos expressos em seus mitos, tradições e padrões culturais. O estudo da cultura de um povo abre para a compreensão de sua identidade e dos complexos que envolvem sua própria dinâmica
Objetivos:
Compreender a ideia de inconsciente cultural e sua relação com a identidade brasileira
Analisar a realidade brasileira através dos constructos do inconsciente e complexo cultural
Resgatar a alma brasileira e sua identidade cultural através de uma perspectiva psicológica
Conteúdo programático:
- Imagens e estereótipos do inconsciente cultural brasileiro
- A busca de uma identidade brasileira.
- Características fundamentais do inconsciente e do complexo cultural brasileiro
- Mitos e contos brasileiros
DRUAND, G. As estruturas antropológicas do imaginário. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
GAMBINI, R. Espelho Índio. A formação da alma brasileira. São Paulo: Axis Mundi, 2000.
Carga horária: 8 horas
Professora: Rosa Maria Brizola Felizardo
Psicóloga, Analista Junguiana
Jung refere que sem relacionamento não á individuação. O campo afetivo tem papel relevante nos processos que envolve o desenvolvimento psicológico com toda a sua complexidade. Um dos fatores é a anima e animus, arquétipos e complexos que estabelecem a noção de contrasexualidade psíquica e também de contato para os demais conteúdos do inconsciente coletivo. Esse dois aspectos, mais a noção de Eros, possibilitam entender as dinâmicas relacionais com seus aspectos projetivos, misteriosos e conflitivos.
Objetivos:
Compreender as noções de anima, animus e Eros para a psicologia junguiana
Estudar as relações afetivas e sexuais através de uma perspectiva dinâmica
Conteúdo programático:
- O princípio de Eros
- O mito de Eros e Psique
- Anima e animus – a questão do gênero
- Relacionamento e objetividade
- Dinâmica das relações
- Indivíduo e família
HILLMAN, J. Uma busca em Psicologia e Religião. São Paulo: Paulus, 1983
HOLLIS, J. Sob a sombra de saturno. São Paulo: Paulus, 1997.
JUNG, E. Anima e Animus. São Paulo: Cultrix, 1991.
SANFORD, J. Os parceiros invisíveis. São Paulo: Paulus,1987.
Carga horária: 8 horas
Professora: Caroline Andréa Girardi
Psicóloga, Analista Junguiana
A disciplina abordará as discussões contemporâneas dos grandes temas de estudos, que articulam corpo-gênero-sexualidade em seus múltiplos atravessamentos, contribuindo assim para um aprofundamento e letramento neste necessário campo de estudos. Pelo viés dos Direitos Humanos, convoca os profissionais a se ocuparem da defesa da equidade de gênero e das identidades vistas como dissidentes.
Objetivos: Objetivo
Promover uma compreensão crítica dos estudos e das relações entre corpo, gênero e sexualidade, considerando interseccionalidades e direitos humanos; Conhecer construções sociais e históricas de gênero, sexualidade e corpo.
Discutir as violências estruturais contra corpos dissidentes (LGBTQIAPN+, negros, indígenas, pessoas com deficiência, etc.).
Orientar para a atuação profissional privada ou pública nestas temáticas.
Conteúdo programático:
Conteúdos: Gênero, sexualidade e corpo. Identidades dissidentes. Formas de proteção as violências estruturais.
Bibliografia básica:
BAIR, D. Jung: uma biografia. Rio de Janeiro: Biblioteca Azul, 2004.
BERRY, P. Dogma de gênero. IN: BERRY, P. O corpo sutil de eco. Petrópolis: Vozes, 2004.
BUTLER, J. Problemas de gênero: feminismo e subversão daidentidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003.
DUBERMAN, M. O movimento gay falhou? Oakland: University of California Press, 2018.
GREEN, J. N. Forjando alianças e reconhecendo complexdades: as ideias pioneiras do Grupo Somos de São Paulo. IN:GREEN, J. N., QUINALHA, R., CAETANO, M., FERNANDES, M. História do movimento LGBT no Brasil. São Paulo: Alameda, 2018.
FOUCAULT, M. A história da sexualidade, vols. I, II e III. São Paulo: Paz e Terra, 2020
JESUS, J. G. Xica Manicongo: a transgeneridade toma a palavra. Revista Docência e Cibercultura, v. 3, n. 1, p. 250-260. Rio de Janeiro, 2019.
JUNG, C. G. Sobre o amor. São Paulo: Editora Ideias e Letras, 2005.
_____Psicologia e alquimia. Obras Completas, vol. XII. Petrópolis: Vozes, 2012.
_____Símbolos da transformação. Obras Completas, vol. V. Petrópolis: Vozes, 2013a.
_____Petrópolis: Vozes, 2013b. A natureza da psique. Obras Completas, vol. VIII.
_____Os arquétipos e o inconsciente coletivo. Obras Completas, vol. IX/1. Petrópolis: Vozes, 2014
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
KATZ, J. N. A invenção da heterossexualidade. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996.
LAQUEUR, T. Inventando o sexo: corpo e gênero dos gregos a Freud. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001
MARCUSE, H. Eros e civilização: uma interpretação filosófica do pensamento de Freud. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
NEUMANN, E. A história das origens da consciência. São Paulo: Cultrix, 1990.
PRECIADO, P. B. Manifesto contrassexual. São Paulo: n-1 edições, 2017.
RICH, A. Heterossexualidade compulsória e existência lésbica. Revista Bagoas, n. 05, 2010, p. 17-44. Natal, 2010.
ROUGHGARDEN, J. Evolução do gênero e da sexualidade. Londrina: Editora Planta, 2005.
RUBIN, G. Políticas do sexo. São Paulo: Ubu Editora, 2017
O eu e o inconsciente. Obras Completas, vol. VII/2. Petrópolis: Vozes, 2015.
http://library.gayhomeland.org/0006/EN/A_Gay_Manifesto.htm
MARCUSE, H. Eros e civilização: uma interpretação filosófica do pensamento de Freud. Rio de Janeiro: LTC, 2018.
NEUMANN, E. A história das origens da consciência. São Paulo: Cultrix, 1990.
PRECIADO, P. B. Manifesto contrassexual. São Paulo: n-1 edições, 2017.
e existência lésbica. RICH, A. Heterossexualidade compulsória. Revista Bagoas, n. 05, 2010, p. 17-44. Natal, 2010.
ROUGHGARDEN, J. Evolução do gênero e da sexualidade. Londrina: Editora Planta, 2005.
RUBIN, G. Políticas do sexo. São Paulo: Ubu Editora, 2017
SINGER, T., KIMBLES, S. O Complexo Cultural: Perspectivas Junguianas Contemporâneas sobre Psique e Sociedade. Londres: Routledge, 2004.
WITTIG, M. A mente heterossexual e outros ensaios. Boston: Beacon Press, 1992.
WITTMAN, C. Um Manifesto Gay. Disponível em: http://library.gayhomeland.org/0006/EN/A_Gay_Manifesto.htm. Nova York: A Red Butterfly Publication, 1970. Acesso em 22 fev 2021
Carga horária: 8 horas
Professora: Rosa Maria Brizola Felizardo
Psicóloga, Analista Junguiana
A disciplina busca abordar a proposição de C G Jung, da necessidade do desenvolvimento de uma personalidade integral e democrática de indivíduos conscientes de si e do mundo a sua volta. Reconhecer uma prática educativa aberta para a vida, capaz de se deixar penetrar por ela e assim fundamentar toda sua ação na realidade cotidiana. Para isso, é imprescindível reconhecer as estreitas relações entre o conhecimento escolar e o conhecimento popular, rompendo a separação entre saberes acadêmicos e os da experiência diária. Buscar integrá-los para melhor compreensão, análise e transformação do real. E assim adotar atitude crítica e construtiva em favor dos valores éticos fundamentais para um projeto de individuação digno para si e para o mundo.
Objetivos:
Compreender ideia de desenvolvimento da personalidade para a psicologia analítica;
Aprofundar o entendimento de complexidade na construção do ser e do saber;
Amplificar o entendimento de Educação;
Relacionar consciência, ética e individuação.
Conteúdo programático:
Personalidade, educação, individuação, complexidade
BAUMAN, Z. Modernidade líquida. São Paulo: Zahar, 2001.
EVANS, R. Carl Jung - Introversão, Extroversão e outras contribuições. In: Notáveis contribuidores para a psicologia da personalidade. 1968. Disponível em: http://youtu.be/MPnr2nUWYfY.
FREIRE, P. Educação e Mudança. São Paulo: Paz e Terra, 1979,
FREIRE, P. Pedagogia da Autonomia. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
GHIRALDELLI, P. Introdução à filosofia. São Paulo: Manole, 2003.
JUNG, C. G. Psicologia do inconsciente. Petrópolis: Vozes, 2011.
JUNG, C. G. A prática da psicoterapia. Petrópolis: Vozes, 2007
JUNG, C. G. O desenvolvimento da personalidade. Petrópolis: Vozes, 2002.
JUNG, C. G. A natureza da psique. Petrópolis: Vozes, 2000.
LOPES, N.; SIMAS, L. Filosofias Africanas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020.
MAFFESOLI, M. A ordem das coisas: pensar a pós-modernidade. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2017.
MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. DF: Unesco, 2013.
MORIN, E. Educação e complexidade: os sete saberes e outros em-saios. São Paulo: Cortez, 1995.
MORIN, E. O enigma do homem: para uma nova antropologia. Rio de Janeiro: Zahar, 1979
PETRAGLIA, I. C. Edgar Morin: A educação e a complexidade. Petrópolis: Vozes, 1995.
SHAMDASANI, S. Jung e a construção da psicologia moderna: o sonho de uma ciência. São Paulo: Ideias e Letras, 2005.
SIMAS, L; RUFINO, L. Flecha no Tempo. Rio de Janeiro: Mórula, 2019.
VIVEIROS DE CASTRO, E. Metafísicas Canibais: elementos para uma antropologia cultural. São Paulo: Cosac Naify, 2015,
Carga Horária: 8 horas
Professora: Rosa Maria Brizola Felizardo
Psicóloga, Analista Junguiana
Jung manteve profundo respeito e conexão com a natureza. Chamou a atenção para a necessidade do homem de se reencontrar com a originalidade primária de seu próprio ser. Para ele, a natureza é vida criadora e o fundo da psique é natureza. Considera o inconsciente como um fenômeno natural, abrangendo todos os aspectos da natureza humana: luz e escuridão, beleza e feiura, bem e mal, o profundo e o superficial. Para Jung a psique é um fenômeno da natureza que se deixa modificar em alguns pontos através da arte, ciência e paciência.
Objetivos:
Compreender a psique por meio da natureza, estimular a reflexão crítica sobre a importância do autoconhecimento através do equilíbrio entre natureza coletiva e natureza individual e estimular reflexões e ações para a crise humano-ambiental
Conteúdo Programático:
- O conceito de psique a partir da ecologia da alma
- Os arquétipos que povoam nosso mundo intrapsíquico por meio de imagens: os quatro elementos
- A cisão vivida entre espaço interno e espaço externo
- A crise ambiental refletindo o estado da psique humana
DUARTE, Alison José Oliveira. Ecologia da alma: a natureza da obra científica de Carl Gustav Jung. In: Junguiana: Revista da Sociedade Brasileira de Psicologia Analítica. N. 1. São Paulo: Sociedade, 1983.
HILLMAN, James. Re-vendo a Psicologia. Petrópolis: Vozes, 2010.
JUNG, C. G. A Vida simbólica - Volume 18/1: Vozes.
_____. A natureza da psique. Volume 8/2. Vozes.
_____. Ab-reação, análise dos sonhos e transferência. Volume 16/2. Vozes
Carga Horária: 8 horas
professor : Marco Aurélio Bilibio Carvalho
Psicólogo, Doutor em Desenvolvimento Sustentável
Define-se um experiência anômala como uma experiência incomum ou que, embora vivenciada por uma quantidade considerável da população acredita-se que se desviem da experiência comum ou das explicações da realidade que são comumente aceitas ung assinalou o fato de que a alma penetra numa esfera atemporal e não-espacial, tornando-se também capaz de percepções extrassensoriais. A ideia de arquétipo psicóide, de sincronicidade, de unus mundus, de totalidade, de um paralelismo entre ocorrências físicas e psíquicas, a ideia de um tempo que não é apenas uma grandeza quantitativa mas o tempo como um fluxo de ocorrências cheio de qualidades. Além disso, temos reconhecido a emoção como elemento do surgimento dos fenômenos anômalos. Esses aspectos favorecem a compreensão da psique como um campo que funciona por ressonância, estabelecendo diversos níveis de interconexões, dentro e fora determinando o que chamamos de experiências anômalas.
Objetivos:
Oferecer uma visão geral dos elementos que estão envolvidos na dinâmicas das experiências anômalas. Descrever e compreender do ponto de vista junguiano os fatores e aspectos envolvidos nelas, oferecendo um panorama geral integrado, favorecendo a criação de categorias de pesquisa e uma construção lógica do entendimento dessas experiências.
Conteúdo Programático:
- A teoria da sincronicidade e o papel do arquétipo psicóide;
- Acontecimentos arquetípicos
- O tempo qualitativo.
- A noção do conhecimento objetivo ou absoluto através do inconsciente coletivo, unus mundus;
- O significado como força geradora dos processos acausais;
- A força da imagem e da imaginação como esse reino intermediário entre o espírito e a matéria;
- Papel da emoção como fator determinante;
- O efeito Numinoso da experiência;
- Estrutura ou padrão psíquicos de certos indivíduos ou ligações que estabeleçam uma unidade psicofísica ou psíquica baseada numa forte relação;
- A ideia de um corpo sutil, também chamado de corpo de sopro ou corpo onírico.
Cambray, Joseph. Sincronicidade. Natureza e psique num universo interconectado. Petrópolis: Vozes, 2013
Cardeña, Lynn e Krippner. Variedades da Experiência anômala. Análise de Evidências Científicas. São Paulo: Editora Atheneu, 2013.
Franz, M. Adivinhação e Sincronicidade. 3. ed. Trad. Álvaro Cabral. São Paulo: Cultrix, 1991.
Franz, M. Os sonhos e a morte. São Paulo: Cultrix, 1990.
Jaffé, A. Ensaios sobre a psicologia de C.G. Jung, p. 24-47. Trad. Margit Martincic. São Paulo: Cultrix, 1988.
Jaffe, A. O mito do significado. São Paulo: Cultrix, 1989.
Jung, C. G. Cartas de C.G. Jung: Volume III, 1956-1961/ editado por Aniela Jaffé em colaboração com Gerhard Adler; [tradução de Edgar Orth]. Petrópolis: Vozes, 2003
Jung, C. G. Obras Completas. Petrópolis: Vozes.
Shandasani, S. Uma vastidão sem limites: reflexões de Jung sobre morte e vida. Cadernos Junguianos/ Associação Junguiana do Brasil. V.11, n.11, setembro 2015. São Paulo: AJB, 2015.
Carga horária: 8 horas
Professor: Gelson Luis Roberto
Psicólogo, Analista Junguiano
Quem ministrará o curso?
Adriana Lopes
Ana Luisa T. de Menezes
Caroline Girardi
Corina Post
Eliane Luconi
Gelson Luis Roberto
Kátia Ferreira
Marco Aurélio Bilibio
Marita Padilha
Patrícia Flores de Medeiros
Rogério Severo
Rosa Brizola Felizardo
Telma Ripoll Becker