No livro, O Eu e o Inconsciente, Jung diz que “só aquilo que somos realmente tem o poder de curar-nos.”.
Este olhar convida a pensar que, em alguma medida, somos mestres de nós mesmos, ou seja, ao reconhecer as imagens que habitam o inconsciente, descobrimos, modelamos e aprendemos sobre quem somos e o que podemos vir a ser.
Ensinar, talvez, também seja isso: acompanhar o outro no processo de lembrar-se de si.